19 de abril de 2018 às 23:41

Fim rachado de O Rappa foi um dos destaques da semana

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A semana começou com a divulgação de pesquisa Datafolha à 0h01 do domingo (15). O primeiro levantamento de intenção de votos após a prisão do ex-presidente Lula mostrou que o petista perdeu força, mas segue na liderança. Marina Silva cresceu e se aproximou de Bolsonaro â?”o deputado federal estagnou. A grande surpresa foi Joaquim Barbosa, que ainda não se lançou candidato, mas atinge de 9 a 10% das intenções de voto. Leia mais aqui.

Na segunda-feira (16), um grupo de sem-teto do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) invadiu o apartamento tríplex em Guarujá (SP) atribuído a Lula e pivô de sua condenação na Lava Jato. "É uma denúncia da farsa judicial que levou Lula à prisão. Se o tríplex é dele, então o povo está autorizado a ficar lá. Se não é, precisam explicar por que ele está preso", disse Guilherme Boulos, pré-candidato à Presidência pelo PSOL e uma das lideranças sociais mais próximas de Lula. Leia aqui como foi a invasão. 

Folha acompanhou os últimos shows da derradeira turnê de O Rappa. O texto do repórter Marco Aurélio Canônico viralizou na internet. Ele descreve com detalhes como a banda encerrou a carreira rachada e ouve a versão de cada um dos integrantes. Leia aqui. Para os fãs, o que fica é: valeu a pena. 

A inclusão de filosofia e sociologia como disciplinas obrigatórias no ensino médio em 2009 prejudicou a aprendizagem de matemática dos jovens brasileiros, principalmente os de baixa renda. Essa foi a conclusão dos pesquisadores Thais Waideman Niquito e Adolfo Sachsida, em estudo inédito que será publicado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O texto (leia aqui) foi um dos mais lidos da semana e gerou debate sobre se as disciplinas devem sair de cena para dar mais espaço à matemática.   

Para encerrar por essa semana, Rogério Gentile contou a guerra política pela qual passa a Grande Oriente Brasil, a principal associação maçônica do país, com 195 anos de existência, cerca de 80 mil filiados e 3.000 lojas. Não faltam acusações de golpe e suspeitas de irregularidades. O pano de fundo é a disputa em torno das eleições para Grão-Mestre Geral, o cargo máximo da entidade, que procura reproduzir o organograma do Estado Brasileiro. Leia mais ? aqui.

Fonte: FOLHA

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